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		<title>Monopoly City Streets</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Sep 2009 15:40:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>w1zard</dc:creator>
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Fazem uns dias que mais um site foi lançado para ajudar aos procrastinadores de plantão. Ajudar a continuar a procrastinar. Monopoly City Streets é um jogo (via browser) desenvolvido pela Hasbro usando a tecnologia do Google Street Maps. Se você gostava de jogar o famoso Banco Imobiliário mas ficava chateado ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://w1zard.com/images/monopoly_city_streets.png" alt="Monopoly City Streets" border="0"/></p>
<p>Fazem uns dias que mais um site foi lançado para ajudar aos procrastinadores de plantão. Ajudar a continuar a procrastinar. <a href="http://www.monopolycitystreets.com/" target="_blank">Monopoly City Streets</a> é um jogo (via browser) desenvolvido pela Hasbro usando a tecnologia do Google Street Maps. Se você gostava de jogar o famoso Banco Imobiliário mas ficava chateado por não poder comprar a rua onde mora, agora você ficará ainda mais puto, pois continuará sem poder comprar a rua da sua casa, já que provavelmente algum piá de prédio gordo e cheio de espinhas na cara já a comprou.</p>
<p>Anyway, no Monopoly City Streets, você poderá virtualmente comprar qualquer rua DO MUNDO! Ou quase qualquer rua. Ela precisa estar presente no Google Maps e não ser uma viela de favela. Na verdade, muitas ruas não estão disponíveis, muitas mesmo. Tanto que não encontrei absolutamente nenhuma rua sendo vendida pela &#8220;banco&#8221; em Curitiba e como todas as ruas disponíveis já tem dono, a única maneira de conseguir alguma rua é fazendo uma oferta ao proprietário. Das duas ofertas que fiz, nenhuma teve resposta (mas lí que se o dono da rua não recusar a oferta, ela é aceita automáticamente após 7 dias ;)). Assim, resolvi procurar em outra cidade.</p>
<p>Bakersfield, CA. Não sei porque foi a primeira cidade que me veio à cabeça. :p</p>
<p>Com os 3 milhões iniciais, <acronym title="Blanche St, Carvalho Ct, Cherry St, Mill Oak Run, Oleander Ave, Orange St, Pin Oak Park Blvd">comprei algumas ruas</acronym> em <em>Oleander / Sunset</em>, bem próximo ao <em>Mercy Hospitals of Bakersfield</em>. Tentei pegar todas as ruas de um pequeno bloco mas faltou grana e uma das ruas já havia sido vendida. Diferente do jogo no tabuleiro, nessa versão a rentabilização e o pagamento do aluguel é feito automaticamente, com os valores aumentando a medida que imóveis são construídos nas propriedades.</p>
<p>O jogo tem seu grau de diversão e, pra mim, assim como <a href="http://apps.facebook.com/inthemafia/status_invite.php?from=531376983" target="_blank">Mafia Wars</a>, é um daqueles sites que você entra uma vez ao dia, faz as suas ações e esquece. Para os que ficaram tristes em não ter comprado a rua da sua casa, da casa da namorada ou do trabalho, está previsto um <a href="http://blog.monopolycitystreets.com/2009/09/restart-date-set.html" target="_blank">reset para hoje às 12:00 GMT-3</a> (acabei de descobrir) e o game pode ficar down por até 24 horas. Sendo assim, se você está lendo esse post hoje, tente amanhã :P</p>
<blockquote><p>&#8220;Isn&#8217;t it enough to see that a garden is beautiful without having to believe that there are fairies at the bottom of it too?&#8221;
<p align="right">Douglas Adams</p>
</blockquote>
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		<title>Os castelos de Curitiba</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Apr 2009 07:54:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>w1zard</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Eu sempre gostei de falar mal de São Paulo, a cidade brasileira que tem mais nordestinos que o nordeste inteiro, porém, uns dias atrás ví uma reportagem que me deixou ligeiramente perplexo. Curitiba tem mais imigrantes do que nativos [citation needed]. True. Malditos retirantes criados na base do ovomaltino e ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu sempre gostei de falar mal de São Paulo, a cidade brasileira que tem mais nordestinos que o nordeste inteiro, porém, uns dias atrás ví uma reportagem que me deixou ligeiramente perplexo. Curitiba tem mais imigrantes do que nativos <font color="#559AD3"><i>[citation needed]</i></font>. True. Malditos retirantes criados na base do ovomaltino e leite com pêra que vem de cidades do interior aos quinze anos de idade para estudar, se instalam e nunca mais voltam para o buraco de onde saíram.</p>
<p>Enfim, esse pequeno detalhe não tira a beleza da <a href="http://desciclopedia.org/wiki/Curitiba" target="_blank" title="Curitiba na Desciclopedia">capital da Europa</a>. E Curitiba é tão européia que, vejam só, tem até castelos. Nesse maravilhoso post praticamente web 2.0 você pode clicar nos itens no mapa para conferir fotos e descrição.</p>
<p><iframe width="500" height="500" frameborder="0" scrolling="no" marginheight="0" marginwidth="0" src="http://maps.google.com/maps/ms?ie=UTF8&amp;hl=en&amp;msa=0&amp;msid=106558604484513335855.000465df1a279569c3fb2&amp;ll=-25.469004,-49.304924&amp;spn=0.154979,0.171661&amp;z=12&amp;output=embed"></iframe><br /><small><a href="http://maps.google.com/maps/ms?ie=UTF8&amp;hl=en&amp;msa=0&amp;msid=106558604484513335855.000465df1a279569c3fb2&amp;ll=-25.469004,-49.304924&amp;spn=0.154979,0.171661&amp;z=12&amp;source=embed" style="text-align:left">View Larger Map</a></small></p>
<p>Alguns eu não consegui encontrar fotos na internet de maneira alguma, por isso, assim que o destino me colocar na direção de um desses castelos e eu tiver tempo e saco, vou tirar algumas fotos para incluir no mapa. Até então, encontrei 7 castelos na ex Capital Ecológica e desses, os castelo 1 e 2 ainda estão sem fotos. Acredito que devem existir alguns outros já que o bairro de Santa Felicidade é cheio de restaurantes e não seria (tão) estranho se mais alguns tiverem arquitetura similar. Outra coisa que notei é que algumas igrejas também adotaram o estilo, mas como hoje em dia existem mais igrejas do que bares <font color="#559AD3"><i>[citation needed]</i></font> e estas se instalam <strike>no olho do cu</strike> nas regiões mais inóspitas da cidade, fica praticamente impossível encontrá-las.</p>
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		<title>Seguindo mapas</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Jul 2008 05:44:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>w1zard</dc:creator>
				<category><![CDATA[personal]]></category>
		<category><![CDATA[casamento]]></category>
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		<description><![CDATA[O mundo seria um lugar muito melhor de se viver se a camaradagem pagasse as contas em dia e fotógrafos soubessem desenhar mapas.
Ontem, juntamente com a sra. minha noiva, dei um pequeno passeio por Curitiba e, já que a rede de transporte é integrada, porque não também, a região metropolitana. ...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O mundo seria um lugar muito melhor de se viver se a camaradagem pagasse as contas em dia e fotógrafos soubessem desenhar mapas.</p>
<p>Ontem, juntamente com a sra. minha noiva, dei um pequeno passeio por Curitiba e, já que a rede de transporte é integrada, porque não também, a região metropolitana. Estamos em busca de pessoas qualificadas para tirar fotos e fazer a gravação do vídeo do casamento. Um estúdio perto do centro, um um pouco mais afastado e então, deixamos o mais longe deles para o final. Acabamos nos enrolando um pouco vendo o vídeo de casamento no segundo estúdio. Não que o vídeo fosse maravilhoso e nos prendesse a atenção pelos seus belos efeitos de transição de cenas inspirados em estonteantes (ou seriam nauseantes?) apresentações de Power Point, mas, em verdade vos digo, fiquei abismado com a quantidade de coisas toscas que acontecem em um vídeo de casamento e adiciono: para que serve a tal &#8220;edição&#8221; do vídeo se o suposto profissional qualificado simplesmente converteu a gravação para DVD e montou um menu de vídeo com tantos recursos quanto os fornecidos no Nero 6? E nem adianta dizer que essas coisas toscas é que são engraçadas e boas de se lembrar, duvido que os pais da moça do vídeo sintam orgulho da cena em que ela vira uma taça de champagne como se fosse a primeira vez na vida que ela bebia a iguaria (<b>maybe?</b>) ou a cena seguinte em que o cinegrafista não foi rápido o suficiente para vê-la furtando algo da mesa do bolo mas conseguiu captar o sofrimento / deleite da moça com um doce tão grande quanto uma bola de tênis de mesa na boca.</p>
<p>Enfim, depois de intermináveis minutos de um vídeo maçante que foi um ótimo exemplo de &#8220;como não proceder em seu casamento&#8221;, nos dirigimos para a terra sem lei, a região metropolitana da capital paranaense, mais precisamente, a província de São José dos Pinhais.</p>
<p>Quando conseguimos entrar em um ônibus (depois de outros dois terem saído lotados) fomos devidamente &#8220;aquecidos&#8221; pelos outros passageiros com todo o calor (e também odor) humano disponível em uma interminável jornada. Quando finalmente chegamos no terminal de ônibus o qual era nosso destino, pus-me a interpretar o mapa impresso no verso do cartão de visitas do senhor fotógrafo. Consegui identificar três dos três pontos de referências disponíveis pela rua a qual decidi seguir e isso fez com que eu me sentisse uma pessoa totalmente capaz de seguir um mapa. Tendo isso em mente, iniciamos o percurso de <b>UMA</b> quadra que o tal mapa indicava. Infelizmente o mapa não estava em escala e o vilarejo de São José dos Pinhais nos reservava uma pequena surpresa. Pequena não, grande, enorme surpresa. O tamanho das malditas quadras. Se <a href="http://www.imdb.com/title/tt0450232/" target="_blank">16 Blocks</a> com Bruce Willis tivesse sido filmado no acampamento de São José dos Pinhais, o filme teria tornado-se uma trilogia aos moldes de Senhor dos Anéis, só que ainda mais extensa. Depois de percorrer o equivalente a umas 5 ou 6 quadras de uma cidade normal, resolvi ligar para o fotógrafo e o sujeito me informa que devo continuar seguindo em frente pela rua. Olho para o relógio e então novamente para o mapa. &#8220;Devo ter feito algo errado&#8221;, pensei com meu zíper, mas não, estava tudo certo. O mapa indicava que devíamos entrar na primeira rua à direita e assim, seguimos caminhando por uma distância igual à já percorrida até encontrarmos uma interseção a qual finalmente puder virar à direita e, para minha surpresa, não era a rua correta. Puta-que-o-pariu, foi a primeira coisa que pensei. Filho-da-puta-que-não-sabe-desenhar-um-mapa foi a segunda. Havia um mercado no meio do caminho e, contradizendo todos os princípios masculinos, solicitei informações. O ser vivente que mingua seus dias atrás do balcão da modesta mercearia de secos e molhados me apontou um prédio de cerca de três andares o qual eu só conseguia ver a caixa d&#8217;água e me disse que alí era o <strike>lugar onde nenhum homem jamais esteve</strike> último ponto de referência antes do estúdio do tal fotógrafo. Ao chegarmos, Clementine teve de me segurar quando o fotógrafo fez aquela cretina pergunta: &#8220;E aí? Acharam fácil?&#8221;.</p>
<p>Ao menos, a jornada se mostrou proveitosa já que o cara que não sabe desenhar um mapa nos apresentou melhores serviços e preços dos que os vistos anteriormente e a forma de pagamento pode ser considerada como tentadora. Ainda temos um ou dois outros estúdios para visitar, os quais eu já me certifiquei de verificar a localização através do Google Maps, coisa que nunca mais vou deixar de fazer.</p>
<p><span class="music"><a href="http://last.fm/music/Korn" target="_blank">Korn</a> &#8211; Faget</span></p>
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