Entrei no taxi, olhei para a cara do taxista, cumprimentei o sujeito e indiquei o caminho… e achei aquele rosto familiar, mas nem levei em conta. Alguns minutos depois a dúvida foi aumentando.
Primeiro, o cara ligou o rádio claramente demonstrando inquietude, depois começou a mudar de estação dizendo que a CBN é muito chata. Mais algumas quadras e ele resolveu abrir a janela, não que eu fosse morrer nos 15ºC de ontem à noite, o que incomodava era a maneira do taxista.
O cara alí, quieto. Eu é que não vou iniciar uma calorosa conversa comentando o clima, como todo curitibano adora fazer. Daí, em frente ao shopping Total, ao sair do semáforo, o maldito do taxista que estava na faixa da esquerda, numa via de 4 faixas, resolve ir para a faixa da direita, lá do outro lado, sem dar sinal, buzina ou qualquer outra coisa, assim, do nada, como se estivesse bêbado ou com sono. Filhodaputa! É o taxista sonolento. Um pouco mais à frente o cara ainda comenta: “Depois das 11 bate um sono né?”. E eu me seguro para não ser grosso com o cara.
Algumas semanas atrás eu já havia feito uma corrida com esse leproso dos infernos, mas acabei relevando. O cara comeu faixa, dirigiu como uma tartaruga manca, tinha uma grande dificuldade de manter o carro em linha reta, ficava abrindo e fechando o vidro frenéticamente numa fútil tentativa de espantar o sono com o frio e em dado momento, pediu para que eu conversasse com ele.
Pois bem, na corrida de ontem o sujeito, além de repetir as mesmas peripécias da corrida anterior, elaborou uma nova, talvez na tentativa de evitar alguma colisão. O cara dava sinais de luz nos cruzamentos. Okay, praticamente todos os outros taxistas fazem isso, em cruzamentos perigosos. Mas o imbecil fazia isso a qualquer momento, estando próximo a cruzamentos ou não, até no trecho marginal à BR o veado fez isso.
Nada contra a Rádio Taxi Faixa Vermelha, mas o RT133 (é, eu não sei o nome dele) não deveria dirigir à noite, pelo bem dos passageiros e do trânsito da cidade.
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Ni hao, my name is Jefferson and I'm not chinese.
Na maior parte do tempo, escrevo em português.





@friiiiiiiiiiiiik: mas isso é o mais importante, não é? =*
o que importa eh q vc chegou em casa e me encontrou
não tem um telefone “como estou dirigindo?”
é só ligar na central e reclamar… ainda mais quando é reincidência.