Pic-nic furado
Sábado passado resolvemos fazer algo diferente. Vamos fazer um pic-nic? Okay, então vamos. Onde? Parque Tinguí.
Não era exatamente um cestinha de guloseimas daquelas que apareciam nos desenhos do Zé Colméia, mas tinha bolo, torta salgada, sucos, frutas e, bem, seria divertido. Foi, mais ou menos.
Como fazer para ir para o parque Tinguí? (sem pegar a linha Turismo, que lhe dá o direito de 5 paradas ao custo de módicos R$6,00) Tudo o que sabíamos era que deveríamos pegar algum ônibus perto do Largo da Ordem. Perguntamos para um cobrador de estação tubo e ele não tinha a mínima idéia. No tubo seguinte o cobrador já tinha uma idéia de onde seria: do outro lado da rua. Uau! Quem sabe ele pudesse me dizer algo que eu ainda não soubesse, mas tudo bem, não é porque ele trabalha todos os dias alí que deve saber para onde vão todos os ônibus que param alí. Atravessamos a rua e pergunto na banca de jornal, o vendedor prontamente me informa que devemos pegar o Vila Nori. Mal imaginávamos o que nos esperava.
O caminho de ída, apesar de turbulento foi rápido. Assim que descemos no ponto final da linha e nos vimos perdidos no meio do nada, perguntei à um nativo qual era a direção do parque. É só entrar nessa rua que vocês saem no parque. Ótimo. Fomos para o parque.
Olha! Tem capivara por aqui. Como eu sabia? Cocô de capivara por todos os lados. Milhões de bolinhas por todos os lados. Eu realmente não imaginava que capivaras produziam tanto, hm, cocô. Seguimos adiante, cruzamos uma ponte e logo nos assustamos com a quantidade de manos no local. Todos nativos da região. Achamos um lugar que aparentemente seria bom para estendermos uma toalha: debaixo de algumas árvores, com sombra e a grama seca (alguns lugares ainda estavam molhados devido às chuvas de dias anteriores). Mal começamos a preparar as coisas e os bicões indesejados começaram a se servir. Borrachudos! Centenas, milhares. Vinham aos montes e nos forçaram a debandar em busca de um lugar melhor. Em vão, o parque não era dos manos e sim dos borrachudos. Demos uma volta no parque e em cada lugar que parávamos por mais de 3,2 minutos, logo vinha um borrachudo fazer um lanchinho. Ainda encontramos um monte de capivaras (alguém sabe o coletivo de capivaras? talvez seja o mesmo de roedores) reunidas em um banho de lama. Clementine tentou estabelecer contato com uma delas, sem sucesso. Tudo o que recebeu de volta foi um urro, ou algo que o valha no mundo das capivaras. Nos convencemos que era melhor voltar para casa, desinchar das picadas e comer por lá mesmo.
Paramos no ponto do Vila Nori e, enquanto esperávamos o ônibus ainda tivemos a oportunidade de ver um mano albino e um cão hermafrodita. Sim, foi um Sábado muito divertido. Nada saiu como planejado, mas estamos vivos para contar a história. Da próxima vez, além do protetor solar, levaremos também repelente.
Não era exatamente um cestinha de guloseimas daquelas que apareciam nos desenhos do Zé Colméia, mas tinha bolo, torta salgada, sucos, frutas e, bem, seria divertido. Foi, mais ou menos.
Como fazer para ir para o parque Tinguí? (sem pegar a linha Turismo, que lhe dá o direito de 5 paradas ao custo de módicos R$6,00) Tudo o que sabíamos era que deveríamos pegar algum ônibus perto do Largo da Ordem. Perguntamos para um cobrador de estação tubo e ele não tinha a mínima idéia. No tubo seguinte o cobrador já tinha uma idéia de onde seria: do outro lado da rua. Uau! Quem sabe ele pudesse me dizer algo que eu ainda não soubesse, mas tudo bem, não é porque ele trabalha todos os dias alí que deve saber para onde vão todos os ônibus que param alí. Atravessamos a rua e pergunto na banca de jornal, o vendedor prontamente me informa que devemos pegar o Vila Nori. Mal imaginávamos o que nos esperava.
O caminho de ída, apesar de turbulento foi rápido. Assim que descemos no ponto final da linha e nos vimos perdidos no meio do nada, perguntei à um nativo qual era a direção do parque. É só entrar nessa rua que vocês saem no parque. Ótimo. Fomos para o parque.
Olha! Tem capivara por aqui. Como eu sabia? Cocô de capivara por todos os lados. Milhões de bolinhas por todos os lados. Eu realmente não imaginava que capivaras produziam tanto, hm, cocô. Seguimos adiante, cruzamos uma ponte e logo nos assustamos com a quantidade de manos no local. Todos nativos da região. Achamos um lugar que aparentemente seria bom para estendermos uma toalha: debaixo de algumas árvores, com sombra e a grama seca (alguns lugares ainda estavam molhados devido às chuvas de dias anteriores). Mal começamos a preparar as coisas e os bicões indesejados começaram a se servir. Borrachudos! Centenas, milhares. Vinham aos montes e nos forçaram a debandar em busca de um lugar melhor. Em vão, o parque não era dos manos e sim dos borrachudos. Demos uma volta no parque e em cada lugar que parávamos por mais de 3,2 minutos, logo vinha um borrachudo fazer um lanchinho. Ainda encontramos um monte de capivaras (alguém sabe o coletivo de capivaras? talvez seja o mesmo de roedores) reunidas em um banho de lama. Clementine tentou estabelecer contato com uma delas, sem sucesso. Tudo o que recebeu de volta foi um urro, ou algo que o valha no mundo das capivaras. Nos convencemos que era melhor voltar para casa, desinchar das picadas e comer por lá mesmo.
Paramos no ponto do Vila Nori e, enquanto esperávamos o ônibus ainda tivemos a oportunidade de ver um mano albino e um cão hermafrodita. Sim, foi um Sábado muito divertido. Nada saiu como planejado, mas estamos vivos para contar a história. Da próxima vez, além do protetor solar, levaremos também repelente.
23:48 | 1 Comments

Muito bom esse passeio. Manada? Quem o saberia seria a Flavia, de Rondônia, que é veterinária.
Fotos ótimas. Descrição hilária.
16 December, 2007 04:56