Quem é Juliane?
Bem, Juliane... Vou contar um pouco da história dela na minha vida..
Tudo começou em meados de março de 2001, quando meu cadastro do Almas Gêmeas foi encontrado por ela... Começamos a trocar e-mails, depois de uns meses já estávamos conversando por telefone... Tudo ia muito bem, e curiosamente, apesar de eu mesmo não me entender, eu achava que entendia ela e vice-versa. Eu sentia algo diferente só em ouvir sua voz ao telefone... (Tá, isso tá ficando bem gay!) Era mágico! (piorou) Por muitas vezes, era como se não precisássemos dizer uma só palavra, pois só pelo simples olhar, um já sabia o que outro estava pensando. Vários momentos felizes eu passei com ela. Ainda mais depois do primeiro dia em que á vi. Nunca me esquecerei daquela terça-feira chuvosa de setembro (25·09·2001). No dia anterior tínhamos conversados sobre umas coisas bem sérias ao telefone e ela decidiu que ia me ver. Por volta de quatro horas da tarde o telefone toca; eu estava trabalhando (hum, estágio é trabalho?), a pessoa que atendeu o telefone apenas disse que tinha alguém me esperando lá embaixo. Era ela. Pego minhas coisas e saio com um sorriso na cara maior que tudo. Logo ao chegar às escadas eu vejo que ela está logo ali embaixo a me esperar. Desço calmamente as escadas, nem falo com o porteiro e então olho para ela. Linda, tão linda como jamais imaginei. Os fracos pingos de água caindo sobre seu rosto tornam-na ainda mais bela (isso tá parecendo livrinho de romance, mas é verdade...). Não consigo pensar em nenhum lugar para irmos. Começamos a caminhar, cerca de cem metros e chegamos a um memorial ou algo assim, bem, não sei ao certo o que é lá. Entramos e sentamos. Conversamos por cerca de meia hora, ela me entrega uma carta e diz que teve de fazer uma escolha muito difícil, mas que no fundo ela já sabia a resposta. Ela me escolheu. Começamos a namorar.
Ah, ela é linda demais; Como ela poderia gostar de mim? Era só no que eu pensava.
Ela disse que não poderia ficar por muito tempo, tinha de ir embora logo, então eu fui com ela até a praça Rui Barbosa para ela pegar o ônibus. Cotolengo. Tinha um velho com uma bicicleta vendendo pão. Esperamos o ônibus que demorou cerca de vinte minutos. Acho que ele veio rápido demais. Um beijo e até logo. Eu era o cara mais feliz do mundo e não sabia.
Agora que acabei de escrever isso, tenho certeza que ainda amo essa mulher. Como é que posso querer esquecê-la?
Categories: personal
Deftones - Lhabia
Tudo começou em meados de março de 2001, quando meu cadastro do Almas Gêmeas foi encontrado por ela... Começamos a trocar e-mails, depois de uns meses já estávamos conversando por telefone... Tudo ia muito bem, e curiosamente, apesar de eu mesmo não me entender, eu achava que entendia ela e vice-versa. Eu sentia algo diferente só em ouvir sua voz ao telefone... (Tá, isso tá ficando bem gay!) Era mágico! (piorou) Por muitas vezes, era como se não precisássemos dizer uma só palavra, pois só pelo simples olhar, um já sabia o que outro estava pensando. Vários momentos felizes eu passei com ela. Ainda mais depois do primeiro dia em que á vi. Nunca me esquecerei daquela terça-feira chuvosa de setembro (25·09·2001). No dia anterior tínhamos conversados sobre umas coisas bem sérias ao telefone e ela decidiu que ia me ver. Por volta de quatro horas da tarde o telefone toca; eu estava trabalhando (hum, estágio é trabalho?), a pessoa que atendeu o telefone apenas disse que tinha alguém me esperando lá embaixo. Era ela. Pego minhas coisas e saio com um sorriso na cara maior que tudo. Logo ao chegar às escadas eu vejo que ela está logo ali embaixo a me esperar. Desço calmamente as escadas, nem falo com o porteiro e então olho para ela. Linda, tão linda como jamais imaginei. Os fracos pingos de água caindo sobre seu rosto tornam-na ainda mais bela (isso tá parecendo livrinho de romance, mas é verdade...). Não consigo pensar em nenhum lugar para irmos. Começamos a caminhar, cerca de cem metros e chegamos a um memorial ou algo assim, bem, não sei ao certo o que é lá. Entramos e sentamos. Conversamos por cerca de meia hora, ela me entrega uma carta e diz que teve de fazer uma escolha muito difícil, mas que no fundo ela já sabia a resposta. Ela me escolheu. Começamos a namorar.
Ah, ela é linda demais; Como ela poderia gostar de mim? Era só no que eu pensava.
Ela disse que não poderia ficar por muito tempo, tinha de ir embora logo, então eu fui com ela até a praça Rui Barbosa para ela pegar o ônibus. Cotolengo. Tinha um velho com uma bicicleta vendendo pão. Esperamos o ônibus que demorou cerca de vinte minutos. Acho que ele veio rápido demais. Um beijo e até logo. Eu era o cara mais feliz do mundo e não sabia.
Agora que acabei de escrever isso, tenho certeza que ainda amo essa mulher. Como é que posso querer esquecê-la?
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Deftones - Lhabia
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