Apodos

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Otro día de lluvia, la seriedad, apatía y el estado de ánimo culo en la oficina.
Llega el compañero de trabajo de collar y el pelo a un lado, no pensó dos veces y saludó:

— Hey Doctor Rey!

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El equipo le gusta, comienza a extenderse y yo descubro él aún no tenía apodos.

#TomSawyerFeelings

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Una escupida

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Así, el chico colombiano tenía su botella de agua cambiada con el viejo. Al darse cuenta, decidió pagar: escupir en la botella de agua de la otra persona antes de coger de nuevo el suyo.

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Un lugar encantador para trabajar.

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Aquí vamos de nuevo, otra vez

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Siempre es un nuevo comienzo. Poco más de dos meses, que el blog no recibe nuevos textos, pero parecen más de 12 meses. No es que hace mucha diferencia.

Ahora que las clases del MBA terminaron, aparece ese vacío de no tener mucho que hacer. Siempre demasiado ocupado para hacer otra cosa, he usado estas clases como una excusa para no hacer otras cosas, como volver al gimnasio, por ejemplo. Como motivación para volver al gimnasio no ha aparecido todavía, me decidí a empezar a aprender un nuevo idioma.

Pero que? Yo quería aprender polaco, pero sería mucho más complicado. No muy aficionado a la francesa y no puedo ver ningún uso a corto plazo. Hay españoles, que no me gusta, pero a medida que la lengua se habla en países como Uruguay, Argentina y Chile, unas vacaciones en cualquier país vecino sería un uso excelente.

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Aún así, me mantengo agenda libre para cualquier actividad: un bar, barbacoas en el medio de la semana y todo lo que no se puede ir cuando sea invitado.

Y para ayudar en la práctica, voy a publicar aquí algunas cosas en español. Será divertido.

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Adeus ano velho

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Faltam cerca de quatro horas para 2014 se encerrar e 2015 começar em toda sua glória, trazendo esperança, amor, sucesso, sorte, dinheiro ou em alguns casos apenas uma grata ressaca. Este último era meu caso.

Para muitos o ano que passou foi recheado de desgraças e a crença de que o ano foi maldito realmente fazia com que todos esperassem ansiosos pelo novo ano. Eu não acredito que dar uma volta ao redor do Sol faça muita diferença, mas acredito que mais merda sempre pode acontecer, principalmente após uma chuva acompanhada de vendaval ter destruído parte da estrutura preparada para receber os convidados. E como 2014 ainda não acabou, só me resta esperar. Beber e esperar.

Falta pouco mais de uma hora para começar tudo de novo. Ou apenas continuar de onde parou, se você fez alguma coisa até aqui. As crianças já estavam impacientes, nada interessadas nos aperitivos, descobriram que alguns doces seriam servidos mais tarde e decidiram que não queriam esperar. Logo fui informado do plano da crianças: rodear os adultos que estavam ajudando a servir os pratos, eu incluso. Como até então nenhuma das crianças estava me rodeando, continuei com minha função: manter as pessoas alcoolizadas, copos cheios e sorrisos abertos.

Não demora muito e tenho uma menina com menos de um metro me seguindo. Quando sentei na cadeira que estava ao lado do barril de chopp ela me pede para secar a outra que ainda estava molhada por causa da chuva.

— Aqui ainda tá molhado.

— Agora aqui.

— Aqui também.

Quando ela foi procurar mais algum lugar molhado, sentei na cadeira dela: “senta nessa aqui do tio que já tá seca”. Sou calmo e amo crianças. Um momento quieta e começa a olhar fixamente para minha perna. Silêncio.

— Tio, você tem um desenho na perna!

E antes que eu pudesse falar qualquer coisa…

— Parece a monster high!!1!

Depois disso ela deve ter pensado “yeah! Nailed it” e perguntou se alí também tinha doce.

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Abra seu coração

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Pouco mais de duas semanas atrás eu estava voltando de um bar com dois amigos. Como um deles não era da cidade, aproveitamos a oportunidade para apresentar para ele o cachorro quente com vina, iguaria de Curitiba e tal. Dois prensados com frango completos, o meu sem batata palha por que sim.

Os lanches ficaram prontos e estávamos lá, rebatendo a embriaguez e discutindo sobre desfechos de discussões com mulheres. Um dos caras estava com a bola e fazia a conclusão, de como no final algumas merdas acabam ajudando a fortalecer a união ou como o diálogo é importante … quando percebeu que havia um outro cara ouvindo nossa conversa atentamente e se mostrando bastante interessado, tentou uma aproximação para incluir o cara no assunto.

Estendeu o punho para um fist bump, “não concorda bro?”

Alguns dias e depois de contar essa história para algumas pessoas, lembramos desse vídeo acima, que é a representação mais verossímil do que ouvimos aquela noite.

Entre segurar o riso sem entender o que acontecia e se comover pela situação do nosso novo amigo que tinha uma garrafa de tubão aos pés enquanto abraçava o skate e o cachorro quente, pegamos alguns guardanapos para ajudar o cara a se recompor e dar aquele apoio moral. Ouvimos a história de vida onde ele nos contou sobre a mulher que tinha largado, a filha de um ano a qual ele sentia muitas saudades e como a vida era difícil, mas mais difícil ainda seria ficar sem o rolê com os amigos.

Duas semanas se passaram e fizemos um churrasco na república, coisa pequena e simples, alguns amigos e a namorada de um deles avisa: “vou levar uma amiga”. Na manhã seguinte ela precisava ir trabalhar, juntou suas coisas e hey, vamos manter contato, me adiciona no Facebook. Algumas horas depois eu estava bebendo meu café, fazendo o recon e, olhando algumas fotos, me surpreendi com alguém que eu poderia conhecer. Não tive certeza, então fui perguntar para quem estava no dogão comigo.

Amigos, quais as chances? Quais eram as chances de eu encontrar a mulher desse cara?

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